Confraternização, balanço positivo e entusiasmo marcaram a primeira reunião festiva do ano no último dia 6 de março. Os engenheiros e arquitetos se manifestaram satisfeitos com os novos rumos tomados pela Aeamvi desde o último ano. “O Seminário de Regularização Fundiária já é referência nacional e para a edição deste ano, em novembro, poderemos ter a parceria do Ministério das Cidades”, anunciou o presidente e coordenador do encontro Juliano Conçalves. O engenheiro Arlon Tonoli destacou a procura, pela administração municipal de Blumenau para um convênio
Antes de cursarem engenharia, eles passaram pelo Conjunto Educacional Pedro II de Blumenau. Hoje, atuando no mercado, não poderiam ficar de braços cruzados vendo o colégio onde estudaram, ruindo, por causa das ações do tempo e pela falta de manutenção. Por isso, um grupo de seis engenheiros, associados da Aeamvi, ex-alunos do colégio estão envolvidos num trabalho voluntário, se somando às iniciativas governamentais. Eles vão fazer um levantamento técnico da situação em que se encontram os dois prédios que compõem o conjunto, e elaborar projetos para uma ampla reforma.
Foto: Engenheiros com ex-diretores e o atual Paulo Zimmer
A última reportagem especial de uma série de três, publicadas pelo
Leia ainda: Falta de uma política habitacional social coloca em risco a vida de moradores
"As ocupações irregulares são respostas à omissão do poder público em efetuar uma política habitacional e social, além da falta de fiscalização", declara o presidente da Aeamvi Juliano Gonçalves na segunda reportagem (de uma série de três), publicada nesta segunda-feira (26-02-2007) pelo Jornal de Santa Catarina. Com a manchete de capa "Blumenau tem 45 mil moradores de favelas", o Jornal aborda a situação sub-humana que vivem as famílias, sem saneamento básico, energia elétrica e de difícil acesso, que geram degradação ambiental. Essa discussão teve o ponto pé inicial no Seminário de Regularizaçao Fundiária realizada pela Aeamvi no Hotel Himmelblau em novembro do ano passado. Desse encontro foi produzido a Carta de Blumenau com uma radiografia dos problemas e do apontamento das soluções. Confira
Confira também a segunda reportagem do Jornal de Santa Catarina na íntegra
O crescimento desordenado de Blumenau e o dramático problema das sub-moradias, assuntos debatidos durante o Seminário de Regularização da Aeamvi em novembro do ano passado vêm sendo tema de uma série de reportagens que o
Confira matéria do "Santa" na íntegra
Leia "Carta de Blumenau", documento do Seminário de Regularização Fundiária e de Edificaçoes
Reportagem veiculada na última edição do Jornal A Voz da Razão dá conta de que mesmo com o parecer contrário da Fundação Municipal de Meio Ambiente (Faema) de
Confira a matéria na íntegra:
Um mandado de segurança impetrado pelos moradores da Rua Fides Deeke, uma transversal da Engenheiro Paul Werner tramita no
A Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio
Aeamvi, Crea e Iab tiveram seus representantes recepcionados pelo editor chefe do
Enquanto o investimento no Parque Vila Germânica é questionado, o patrimônio público, a estrutura da antiga Proeb( foto) segue abandonado na área onde deveria estar funcionando o Parque Ambiental Bom Jesus
“O poder público investiu na construção do Parque Vila Germânica e deixou de investir em ações para mudar os hábitos da população”, disse o sociólogo
A declaração do sociólogo referenda o Seminário de Regularização Fundiária organizado pela Aeamvi em novembro do ano passado. O evento resultou na "Carta de Blumenau"que alerta para a necessidade de adoção de Políticas Públicas de Planejamento Urbano Sustentável, visando a qualidade de vida nas cidades, a cidadania, o bem estar social, a
“Virão as chuvas e
A citação reflete a realidade nos morros de Blumenau, onde a população, de poucos recursos é obrigada e habitar em submoradias porque “não existe uma política habitacional social”, conforme enfatiza Gonçalves. E com isso o risco da perda de patrimônio e até da vida dessas pessoas se torna eminente como aliás já ocorreu em Blumenau neste início de ano.