A fusão da engenharia e da arte produziu um símbolo de impacto no centro de Blumenau: a Praça da Paz, inaugurada pelos Rotary Clubs de Blumenau no último dia 26 de abril no entroncamento da Avenida Beira-Rio com a Rua Martin Luther, próximo à prefeitura. A idéia foi do empresário e ex-governador da entidade Ruy Willecke, a articulação do empresário Arno Pitz e o projeto do engenheiro civil Roland Krause (foto).
Salão do Viena Park Hotel abrigou na noite de 03 de dezembro um clima de confraternização, homenagens e o propósito de colocar os arquitetos e engenheiros no lugar onde merecem, desafio da nova diretoria presidida por Juliano Gonçalves
Documento assinado por Raul Zucatto, Juliano Gonçalves e o prefeito municipal formaliza o desejo de uma parceria para regularização e fiscalização de obras irregulares em Blumenau
Até o próximo dia 11 de maio, o Governo do Estado de Santa Catarina, a União Federal, o Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (Dnit) e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) devem apresentar documentação relativa à BR 470 à Justiça Federal de Blumenau, onde tramita ação civil pública da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (Aeamvi).
Um pontilhão de aço que foi usado pela antiga estrada de ferro ainda intacto entre os bairros Badenfurt, Salto Weisbach e Passo Manso vem despertando o interesse da ONG ABC Ciclovias. No último sábado (29/04/2006), seu presidente e vice Eldon Jung e Wilberto Boos levaram o engenheiro florestal André Luiz Buss para o local, com objetivo de avaliar uma viabilidade técnica de aproveitar o antigo leito da RFFSA para uma ciclovia. “Onde o trem transitou no passado, no presente poderiam passar bicicletas”, observou Jung.
O drama de cinqüenta famílias que vivem em sub-moradias instaladas em área de risco no alto da Rua Coripós, no bairro Asilo em Blumenau motivou a Aeamvi para o cumprimento do artigo 1º da Lei Federal 5.194/66 que regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo. Ele fala da missão social e humanitária da profissão. O engenheiro civil Arlon Tonolli e a arquiteta Ângela Ferrari (foto) foram ao local verificar a situação e ficaram surpresos com as condições em que vivem as famílias. "Existem recursos federais para esses casos, mas devido à complexidade na montagem do processo, a sua liberação se torna complicada. Dentro da nossa função institucional vamos ver o que é possível fazer", disse Tonolli após a visita. Ele disse que o poder público vai ser procurado para a formação de uma parceria com a Aeamvi, objetivando minimizar o drama das famílias.