Também o comerciante de bicicletas Ivonei Feilon, 53 anos não suporta a poeira e o mau cheiro que vem da montanha de lama levada pelos caminhões. Ele contatou diversas vezes com a prefeitura para resolver o problema, mas não obteve retorno.
- Me disseram que não poderiam fazer nada enquanto os caminhões estivessem puxando o barro. Mas depois que uma caçamba caiu numa galeria que eles não sabiam, eles pararam. Só que já passaram diversos dias, até agora nada de solução – protesta.
No local, diversos moradores, dentre eles pessoas idosas estão usando máscara para passar ali por perto.
Por causa disso Juliano alerta para a demora do saneamento e limpeza da cidade.
- É necessária a remoção da lama e detritos, que estão ocasionando um grande volume de uma poeira contaminada que pode trazer grandes problemas de saúde pública.
Também cita que logo após as enchentes deveria ter ocorrido uma campanha informativa maciça de orientação à população, em virtude das questões sanitárias, para minimizar os problemas de saúde que certamente virão.
- Principalmente os alertas deveriam ser quanto a poeira pela sua abrangência e período de ação que atingem praticamente toda a população. Para grandes problemas precisamos de grandes soluções. Infelizmente só tenho visto soluções paliativas, pontuais e de pequeno porte. Também não há nenhum projeto nem programa consistente neste período de 60 dias. É muito tempo – finalizou.