Gonçalves vai ainda mais além. Defende que para calcular os prejuízos que a catástrofe do último mês de novembro devem ser levados em consideração outros itens como: o custo financeiro das obras de socorro e emergenciais, a projeção dos ganhos eventuais se os investimentos públicos fossem utilizados para o desenvolvimento e crescimento e não para a recuperação e reconstrução, os prejuízos ao turismo, o desvio de foco das ações governamentais, o desgaste pela sobrecarga e solicitação excessiva das obras de arte de engenharia, o agravamento permanente dos danos em virtude da omissão e das ações equivocadas do poder público, entre outros, os prejuízos reais são de no mínimo 10 vezes o apresentado na matéria.
- Ou seja, ultrapassa a cifra de dezenas de bilhões de reais - acentua Gonçalves.
Ele considerou a estimativa feita pelo geólogo e professor da Furb Juarês José Aumond ao Jornal de Santa Catarina - edição 11.692 de 08-09-09 - muito simplista.
Juliano tem levado o debate sobre os prejuízos que a tragédia causou à Santa Catarina, a diversos eventos nacionais. Além disso osbservou que:
- A Aeamvi foi a primeira entidade a se manifestar oficialmente apontando as causas, consequências e ações necessárias para a prevenção e recuperação da região, tendo enviado documento oficial às autoridades em menos de 30 dias após a tragédia.