Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Medio Vale do Itajaí - Gestão 2006 a 2011

8 usários online

Pesquisa

AEAMVI no Twitter - Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Medio Vale do Itajaí - Gestão 2006 a 2011 Associe-se já!
Lembrete
---------------------------------
Lembrete Aconteceu
Jornal Mutirão
Edições anteriores
Destaque

Juliano Gonçalves concede entrevista à RBS sobre Plano Diretor

01/06/2010 Blumenau/SC
Entrevista foi concedida no dia 27 de abril de 2010
Leia maisLeia mais

Juliano levou à tribuna preocupações da classe técnica com: aprovação de projetos, planejamento e reconstrução

04/11/2009 Blumenau/SC Juliano levou à tribuna preocupações da classe técnica com: aprovação de projetos, planejamento e reconstrução
O Engenheiro Civil Juliano Gonçalves, presidente da AEAMVI, falou na tribuna da Câmara Municipal de Blumenau, sobre aprovação de projetos, Plano Diretor e reconstrução da cidade
Foi no momento da presidência, sessão plenária da Câmara de Vereadores de Blumenau nesta quarta-feira dia 3 de novembro.
Juliano Gonçalves disse que atual situação é insustentável.
- Obras públicas e privadas foram feitas de forma irregular. Agora estão querendo penalizar quem quer atuar dentro da legalidade, como os profissionais que precisam aprovar projetos e os cidadãos que desejam suas obras construídas legalmente - declarou.
Leia maisLeia mais

CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina Mútua - Caixa de Assistência dos Profissionais do CREA CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia Parceiros
CUB 2006 Mês Valor (R$) Variação (%)
Dez/10 1.038,72 0,10Jan/11 1.038,16 -0,05Fev/11 1.042,87 0,45Mar/11 1.046,92 0,39Abr/11 1.051,92 0,48Mai/11 1.056,86 0,47Jun/11 1.103.46 4.41Jul/11 1.122.52 1.73Ago/11 1.027,61 0,45Set/11 1.125,50 -0,19Out/11 1.126,42 0,08Nov/11 1.126,56 0,01

Anteriores
Fonte: Sinduscon Blumenau
Sinduscon Florianópolis

Notícias



Mais uma edição do Mutirão alerta para os perigos de uma nova tragédia

Mais uma edição do Mutirão alerta para os perigos de uma nova tragédia
Durante seus 22 anos de existência, o combativo jonal "Mutirão", informativo da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí (Aeamvi) abordou em suas páginas os problemas do uso do solo e da ocupação desordenada.

Na edição 93, publicada 30 dias antes da tragédia do último mês de novembro em Santa Catarina alertava para os perigos que a inércia governamental poderia trazer. E foi o que aconteceu. Vinte e quatro pessoas perderam a vida em Blumenau. No Estado foram 135. Parte dessas vítimas poderia ter sobrevivido se houvesse planejamento urbano adequado que permitisse que suas moradias tivessem sido construídas em locais seguros.

Agora circula a partir desta semana a edição 94, que alerta mais uma vez: a inércia, a omissão e uma série de equívocos estão acionando mais uma vez a mesma bomba relógio que explodiu no dia 23 de novembro de 2008.

A reconstrução acontece de forma desordenada e sem acompanhamento técnico.

Conheça a opinião da Folha de Blumenau sobre as declarações do MUTIRÃO:

Confira a versão em pdf

Conheça a opinião da Folha de Blumenau sobre as declarações do MUTIRÃO:

Folha de Blumenau

Edição n. 252 - 21 de março de 2009

OPINIÃO - PG 02  - 11/ 03 / 2009

Responsabilidade técnica e governo

Matéria publicada na edição 249, no dia 11-03-2009

A se julgar pelas declarações da Associação de Engenheiros e Arquitetos do Médio Vale do Itajaí, Blumenau está fadada a repetir os erros do passado que acabaram culminando na tragédia que atingiu o Município em novembro. Textualmente, a entidade afirma que “a bomba-relógio da ocupação irregular é acionada mais uma vez”. E acusa o governo municipal de “inerte, omisso e equivocado”.

A associação diz ainda que um decreto municipal “impede o exercício da Engenharia e Arquitetura; suspende a emissão de alvarás de construção e a aprovação de projetos”. Assegura que a campanha de reconstrução “segue na ilegalidade, na clandestinidade, sem planejamento e alvará”. O engenheiro Lúcio Flávio da Silveira Matos acusa o governo de “abortar” os projetos dele por questões políticas e burocráticas.

“Eles norteavam a ocupação do solo blumenauense. Blumenau ainda não tem uma carta geotécnica”. Todavia, o mais preocupante é a afirmação que mais de 1 mil pessoas podem morrer, num futuro não muito distante, “se o rumo não mudar, se não houver uma cultura de planejamento” em relação aos eventos climáticos.

O silêncio tácito do governo pode ser interpretado como desdém. Ainda que sejam motivadas por interesses políticos e/ou divergências ideológicas, as acusações partem de uma entidade técnica, legalmente constituída e com obrigação profissional de ser responsável. A população as concebe como um alerta, que pode trazer consequências graves caso não seja dada a devida atenção.

Ao governo cabe o dever de trazer o assunto à baila e debatê-lo com a Associação de Engenheiros e Arquitetos. Até para dar satisfação à sociedade, provar que as acusações são infundadas, caso sejam, e tranquilizar a população.

Também encontrada na site: http://www.folhadeblumenau.com.br/


5 de Março de 2009 - Blumenau/SC

Home | Associe-se | Notícias | Jornal Mutirão | Contato
Copyright 1998-2009 © AEAMVI
desenvolvido por: zeroarts